Cinco aspectos fundamentais na digitalização do varejo

Cássio Rosas, head de Marketing e Estratégia, da Wiboo, plataforma com utility token que promove um programa de fidelização entre varejistas e consumidores por meio de moedas digitais, a aceleração dos canais de venda e de relacionamento, de maneira digital representam a maior transformação no varejo e esta apenas no começo. Segundo ele, a pandemia apenas ressaltou e reforçou a importância das mudanças no mundo.
A dúvida agora é: até onde estas mudanças chegarão? Quais são as tendências e os conceitos que irão guiar os negócios e as relações de troca no futuro? Ele então detalha cinco tópicos imprescindíveis para quem trabalha na área:

  1. Blockchain
    Investir em tecnologia é essencial. É preciso ter soluções eficientes, seguras e rápidas em todo o processo de compra e atendimento do seu negócio! Por isso o blockchain se consolida como a melhor alternativa para o setor. Sua estrutura em blocos (a tradução literal é “corrente de blocos”) permite que uma informação possa ser dividida e viajar pela web em partes até se estruturar em uma corrente em seu destino. É ideal tanto para transações financeiras quanto para compartilhamento de dados.
  2. Criptomoedas
    Hoje em dia, dinheiro deixou de ser “apenas” dinheiro. E seu supermercado varejista precisa acompanhar isso! Opções digitais de pagamento, como as criptomoedas, podem fornecer insights por meio de dados, estreitar o relacionamento com os consumidores e até promover campanhas de marketing. Além disso, inserir as moedas digitais e utilitytokens como formas de pagamento no negócio amplia a base de clientes que pode comprar seus produtos ou serviços.
  3. Plataforma de engajamento
    A pandemia de covid-19 mostrou que é essencial ter plataformas digitais na operação, permitindo manter as vendas e o relacionamento com os clientes mesmo em um cenário de restrição e isolamento social. Dessa forma, contar com uma plataforma de engajamento consegue resolver esses dois pontos, criando um ambiente virtual em que a pessoa pode interagir com a marca, comprar seus produtos e ampliar o alcance da loja.
  4. Microinfluenciadores
    Aliás, a própria imagem que a empresa tem de seus consumidores precisa mudar com a digitalização. Se o empresário acha que o consumidor deve apenas comprar o produto, vai ter problemas no futuro. É preciso compreender que a entrada de canais digitais mudou o jogo de poder nas relações comerciais. Cada vez mais bem informado, é o cliente que decide quando, onde e como comprar – o que envolve mais pesquisa e conversas com outras pessoas. Portanto, o usuário atua como um microinfluenciador em sua rede de contatos, podendo estimular que outros comprem, ou não, de sua marca. Com a plataforma de engajamento citada anteriormente, é possível criar esse ambiente positivo para que ele possa divulgar de forma adequada suas campanhas.
  5. Gamificação
    Dessa forma, o relacionamento entre varejo e consumidor precisa ser interativo, envolvente e sempre com a melhor experiência possível. Uma opção interessante é aplicar técnicas de gamificação nos pontos de contato com as pessoas. A ideia é bem simples: criar um sistema de desafios e recompensas. A cada tarefa concluída, o usuário ganha um prêmio, que pode ser produto, brinde, desconto ou até moedas digitais. Pela plataforma de engajamento, as pessoas podem compartilhar anúncios da marca e ganhar determinados valores a cada compartilhamento que conseguir em suas redes. Ou ainda “caçar” descontos e promoções pela loja com seu smartphone. As propostas são infinitas e combinam a busca por boas ofertas com diversão.

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